A pastoral

Nossa história

Relatar a fundação da Pastoral do Surdo é uma tarefa imensa, pois são muitos: instituições e congregações religiosas, padres, bispos, religiosas, leigos que contribuíram, conforme o momento histórico e as possibilidades do momento.


Contudo podemos destacar duas personalidades marcantes nas origens da pastoral: Monsenhor Vicente de Paulo Penido Burnier, 1º sacerdote surdo brasileiro, de Juiz de Fora (MG) e padre Eugenio Oates, (ouvinte) sacerdote redentorista, nascido nos Estados Unidos. 


Desde a década de 40, a pastoral buscou espaço na caminhada da Igreja, ambos foram os grandes discípulos missionários através das visitas às escolas, associações e igrejas onde existiam surdos. 


Mais tarde, padre Volmir Francisco Guiso, deficiente auditivo de Porto Alegre se junta a eles para colaborar no anúncio do Evangelho. Hoje mais dois sacerdotes, Hélio de Jesus, deficiente auditivo de São Luís (MA) e Wilson Czaia, surdo de Curitiba (PR) são testemunhas vivas de que a surdez não é obstáculo para viver o sacerdócio e dedicar-se integralmente aos surdos, mas sinal de superação dos desafios e pôr em prática os talentos, como dons de Deus. 


Atualmente a Pastoral do Surdo está presente na maioria dos Regionais e através de um trabalho silencioso e eficaz. Os surdos têm a oportunidade de conhecer, celebrar e testemunhar Jesus Cristo na sociedade de hoje.


OBJETIVOS

A Pastoral tem como objetivo atuar em diversas áreas:

• Prepara celebrações e encontros de caráter espiritual.
• Catequese: atuam na formação do surdo, buscado um maior conhecimento da palavra de Deus, pela preparação do batismo, eucaristia, crisma e curso de noivos.
• Juventude: atenção especial é dada aos jovens, por meio de encontros, caminhadas e momentos de lazer.
• Cultura: como Pastoral do Surdo, ela está presente em eventos, exposições, danças e datas comemorativas.
• Ação Social: atua na formação política.